Por Joelma Cristina

Silvanópolis viveu dias de profunda fé, emoção e união com a chegada da Folia do Divino Espírito Santo 2026. O tradicional Encontro das Folias reafirmou a força cultural e espiritual que atravessa gerações, mantendo viva uma das manifestações mais significativas da identidade do município.
Mais do que um evento, a celebração foi um verdadeiro testemunho da devoção do povo. Em cada canto entoado, em cada passo percorrido e em cada gesto simples, a cidade respirou espiritualidade e pertencimento. Como diz a sabedoria popular: Silvanópolis guarda histórias que não estão escritas em livros — elas vivem na fé do seu povo.

Créditos: Mídias Rancho

O encontro entre a Folia de Cima e a Folia de Baixo simbolizou muito mais do que uma tradição mantida. Representou a união de sentimentos, de histórias e de propósitos. Sob cantos que ecoam no tempo e orações que tocam as almas, os foliões compartilharam memórias, promessas e esperança.

A chegada foi marcada por um acolhimento caloroso, pautado pelo respeito e pela honra. Os grupos foram recebidos pelo Imperador Jerry Zanon, pela Imperatriz Mercineid Magalhães, pela Rainha Rosa Ferreira e pelo Capitão do Mastro Sena Eduardo. Em um gesto simbólico e cheio de significado, os foliões foram recebidos como aquilo que sempre foram: parte de uma só família.

A realização do evento contou com o apoio fundamental da gestão municipal, liderada pelo prefeito Matheuzinho, em parceria com as secretarias municipais de Cultura e Turismo, além da importante parceria com o Governo do Estado, Paróquia Santana, padre Thallyson Brenner e do apoio do deputado Cleiton Cardoso. A união entre poder público e comunidade foi essencial para garantir a grandiosidade e a organização da festa.

Durante os dias de celebração, Silvanópolis mostrou que tradição não é apenas memória — é prática viva. Em cada olhar silencioso e em cada canto cheio de emoção, a cidade reafirmou que sua cultura segue forte, pulsante e cheia de significado.
Porque em Silvanópolis, a fé não precisa ser explicada.
Ela é vivida.

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